Sobre as coisas que eu não falo
Este espaço é livre, tendo como próposito discutir ideias a respeito de qualquer assunto. Não é um diário e nem um blog para ser levado tão a sério, é para divertir e levar a reflexão. Nem sempre as histórias ou relatos são autobiográficos. São apenas escritos desta anônima que gosta de inventar.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Saltar...
Existe uma hora que você descobre que tem de se reinventar. Explorar terras desconhecidas, olhar para a outra margem. Saltar de paraquedas!
Há quem não suporte o medo e a adrenalina diante de "novas emoções" e desafios, mas ao contrário do que possa parecer,são essas emoções que nos motivam a buscar caminhos diferentes e mudanças significativas. Quando tudo a nossa volta parece um grande 'tédio', é tempo de descobrir o que está faltando para dar o grnade salto. Diante da encruzilhada, temos de decidir para que lado iremos.É impossível tentar controlar a todos e aos acontecimentos que nos norteiam. Enquanto ficamos nos esforçando para atingir a perfeição, perdemos a beleza da espontaneidade. Que palavra luminosa: espontaneidade.
Perdoem-me aqueles que só acreditam na razão dos fatos, mas como é belo sermos surpreendidos e assistir a novas janelas abertas, expandindo nosso horizonte. Sair da zona de conforto é doloroso porque temos de reavaliar-nos, fazer redescobertas, livrar-nos de preconceitos e, por fim, recriar-nos. Para recriar-nos é necessário o silêncio, o contato direto com o que é "misterioso", ouvir a voz da alma: o secreto, o místico, o intocável.
Resta-me a vontade imorredoura de saltar de paraquedas, e como se a vida tivesse parado por um inexato segundo e agora me dado uma página em branco, sinto a mais estranha e feliz necessidade de também parar e escrever. Escrever-apagar-escrever...até cansar. Depois, o repouso. Até sentir novamente o desespero de ter de recomeçar. E viver.
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