Sobre as coisas que eu não falo
Este espaço é livre, tendo como próposito discutir ideias a respeito de qualquer assunto. Não é um diário e nem um blog para ser levado tão a sério, é para divertir e levar a reflexão. Nem sempre as histórias ou relatos são autobiográficos. São apenas escritos desta anônima que gosta de inventar.
sábado, 27 de março de 2010
uma pausa...
Admito, tenho uma certa paixão por advérbios de intensidade, superlativos, redundâncias e até alguns vícios de linguagem. Nem sempre eles são cansativos, na maioria das vezes, para mim, eles só enfatizam uma emoção que por si só não diz muita coisa. Eis alguns recursos perfeitos para ludibriar e para sensibilizar o querido interlocutor...intencionalmente!
segunda-feira, 22 de março de 2010
Um Gato
Não fazia idéia por que estava tão triste. Chovia há algumas horas, aquela chuva bem fininha. Seus pais haviam viajado há uns três dias e só voltariam na próxima semana. Não pôde ir por causa do trabalho e porque queria descansar um pouco, em paz, sozinha. O problema é que se esquecera que havia a tarde de domingo. Já havia feito todos os afazeres da casa, almoçado, conversado a toa na internet, respondido seus emails, escutado música e assistido à TV. Surpreendeu-se com o nada que habitava a casa. Silêncio. Ainda sentada no sofá, seus pensamentos a levaram para um lugar distante, e não tão desconhecido por ela, onde estavam todos os anseios, as vontades, suas decepções e seus pesadelos. Não fazia idéia por que estava tão triste.
Resolveu andar um pouco. Andar é bom, pensou. Vestiu um casaco jeans que combinava perfeitamente com sua camiseta branca e calça, também jeans, e pegou seu gurda-chuva e decidiu ir à padaria comprar uns chocolates. A padaria não era longe e logo voltaria para seu tédio profundo. Faltando apenas uns dez passos para chegar em casa novamente, ouviu um barulho. Não prestou muita atenção. Ouviu-o novamente, era um barulhinho que vinha do outro lado da rua. Olhou mais atenta e viu uma caixa. Andou até ela e o barulho era parecido com um miado, ficando mais alto. A caixa estava bem úmida e aberta, quando chegou bem perto viu que era um gato que estava tremendo de frio e molhado. Sentiu uma peninha dele...pegou-lhe e o levou para sua casa.
A tarde já não estava mais tão cinzenta. Ela secou o gato com um secador de cabelos. O gato era bastante peludo, seus pêlos eram acinzentados e seus olhos eram de um azul profundo. Ele parecia ainda ser novo, não era um gato adulto, devia ter uns quatro meses de idade. Enquanto o chamava de “gatinho bonitinho” observou que uma de suas patinhas estava machucada, escorrendo um pouco de sangue. Após secá-lo, cuidou do ferimento, deu-lhe água e um pouco de ração do cachorro misturada com leite. O felino comeu em desespero, devia estar com muita fome. Coitadinho!...
Decidiu voltar a assistir televisão e levou o gato também. Enquanto assistia a um programa de humor bem sem graça, acariciava o gato com tanta ternura e amor. O animal parecia ter roubado sua angustia que até uma hora atrás era a sua única companhia de domingo. Agora estava sendo tomada por um sentimento novo, que não lhe pedia nada em troca, não lhe censurava, apenas existia. Com o coração distraído e como uma canção de ninar, o constante barulhinho de chuva fina lhe deu uma preguicinha. Desligou a tv e adormeceu no sofá, com o gatinho ao seu lado, que parecia estar grato pela afeição e pelos cuidados oferecidos por ela. Dormiu como uma criança.
Alguma coisa fez barulho na cozinha e a acordou. Pensou em quanto tempo devia ter dormido, já estava um pouco escuro, e provavelmente eram mais de seis horas da tarde. A chuva tinha estiado. Levantou-se e foi ver o que tinha acontecido, talvez alguém poderia estar tentando arrombar a porta. Por um segundo, esquecera que havia mais um ser na mesma casa, mas, simultaneamente, lembrou-se que quando dormiu, o gato estava ao seu lado, velando seu sono, mas parecia que ele não estava mais quando ela acordou.
A sacola com os chocolates estava no chão, rasgada e comida, o tapete tinha uma poça amarela e cheirava a urina, a comida que estava num potinho no canto da área de serviço, estava toda esparramada, e por fim, o bichano havia desaparecido. Chamou-lhe, chamou-lhe ,pixiuiuuuuuu, “gatinhooo”...e nada. Decidiu miar, “miau” “miau”... nada. Desistiu de procurá-lo e foi limpar a bagunça que o animal havia feito. Enquanto limpava o tapete, viu algo correndo, saindo de trás das cortinas. Foi atrás dele, e quando pegou-lhe no colo, o gato lhe deu uma mordida na sua mão esquerda e pulou, correndo para o outro cômodo. Conseguiu alcançá-lo e novamente, pegou-lhe no colo, e o gato mordeu-lhe, fincando os dentinhos um pouco mais forte do que na primeira mordida. Mas que ingrato! gritou. Ficaram duas marquinhas e um pouquinho de sangue apareceu na sua mão.
Aquela ternura e aquele amor se transformaram em desconfiança e ódio. Já não lhe amava mais nem o queria mais. Não era verdadeiro, era só mais uma forma que usavam para lhe enganar, pois lhe enganar não era difícil, e nem tampouco exigente demais, dando-lhe algum poder já era o suficiente para que ela se considerasse pronta para sentir, para cuidar, para ser ela mesma. Sentiu-se má, entretanto, era hora de fazer o que devia ser feito, para seu próprio bem, pois no final, seu amor próprio a vencia e seu orgulho se tornava uma garrafa de vinho bastante atraente, que já estava a algum tempo ou anos apenas a esperando decidir quando iria tomá-la. Sentiu uma sede de cão e bebeu toda a garrafa. Pegou o gato de uma maneira rude e sem falar uma única palavra, deixou-lhe no mesmo lugar que o encontrara há algumas horas atrás. Ele ficou parado apenas a olhando, mas seus olhos azuis não despertaram nenhum sentimento de bondade, e como se por instinto ele pudesse perceber que ela não mais o perdoaria, o jovem gato seguiu para o fim da rua e desapareceu.
Um mês depois, enquanto dirigia quase atropelou um gato que cruzara seu caminho. Assustada, não quis parar o carro, mas olhou através do retrovisor se o gato havia se levantado ou se ela o tinha deixado a beira da morte. Não viu nada no retrovisor, o gato já tinha ido embora. Com um olhar perigoso balbuciou:
- “Gatos têm sete vidas”...
Inimiga, amiga
De uns tempos para cá, não sou contra a solidão. Quando era adolescente, a odiava. Era minha maior inimiga, não a entendia e achava que eu era azarenta por tê-la comigo quase que constantemente. Pensava que quando eu estava triste, ela era a culpada, quando eu ficava sozinha em um sábado, ela era minha maldição eterna, quando eu sentia um nó imenso na garganta, olhava para ela ao meu lado e a via vestida , toda poderosa, em um vestido longo e preto.
Hoje a solidão tornou-se minha amiga, daquelas que estão sempre por perto mas que também sabem a hora de ir embora. Com ela aprendi que há momentos em que é necessário calar-se, ouvir somente a própria voz e refletir sob a sombra da vida para que haja constante mudança e aprendizado. Através dela aprendi a gostar mais de mim e a aceitar que a vida é um conjunto de momentos surpreendentemente bons e ruins. É verdade que quando ela reaparece, volta um pouco mais fria e mais silenciosa, mas não me assusto mais. Aproveito ao máximo sua visita. Quando já me sinto renovada e sem conflitos, ela parte, deixando apenas um até mais. Não expresso emoção nenhuma, apenas a respondo:
- Até.
Fobia
O ônibus estava lotado. Minhas mãos estavam cheias de cadernos, livros e uma agenda onde registro alguns dos meus pensamentos. O ar estava abafado. Eu e mais umas dez pessoas estávamos em pé, todos os lugares já estavam ocupados. Mal conseguia me equilibrar, e ninguém se quer se ofereceu para segurar minhas coisas. Tinha de fazer tudo sozinha: com uma mão carregava minhas coisas, com a outra me apoiava para não empurrar o indivíduo que estava do meu lado, e ainda, firmar meu corpo o máximo possível para não ficar sacolejando dento do veículo.
Tinha acabado de sair do trabalho, estava exausta, com uma vontade desesperada de chegar em casa, atirar todo aquele material em cima da mesa, beber um copo de água, sentar no sofá e assistir TV, mas estava em um ônibus apertado, sendo esmagada por pessoas que eu nunca vira antes, e sendo vítima da indelicadeza daquele que me levaria até meu destino. Sentia falta de ar. Tentava não pensar muito sobre como ainda eu estava longe do meu mais delicioso desejo momentâneo, quanto mais eu pensasse mais parecia estar distante de mim.
Eu precisava respirar... eu precisava muito descer no meu ponto o mais rápido possível. Fiquei muito angustiada. Você precisa de um carro, disse a voz do meu consciente. É, eu preciso.
Uma senhora que estava sentada na minha frente não parecia tão angustiada como eu. Ela estava serena. Um homem não parava de falar no celular... falava e falava, parecia que estava pedindo a alguém para lhe esperar. Uma garotinha dormia no colo da mãe. Um grupo de adolescentes fofocava sobre um outro colega. Uma mulher ouvia música no seu mp3. Parecia que só eu estava afobada, em um quase surto neurótico.
Começou a chover. Para piorar mais a minha situação, fecharam todas as janelas. Os vidros molhados, o som do motor, as vozes ruidosas, o barulho da chuva... minha cabeça ia explodir, até que quando achei que não agüentaria mais chegou o meu ponto de descida. Saí como quem se despede do hospício, e me senti mal por pensar assim. Esqueci o guarda-chuva, como sempre. Cheguei em casa ensopada. Gritei dando boas vindas a mim mesma assim que abri a porta da sala. Ali estava a vida segura que eu esperava. Respirei, aliviada.
Tinha acabado de sair do trabalho, estava exausta, com uma vontade desesperada de chegar em casa, atirar todo aquele material em cima da mesa, beber um copo de água, sentar no sofá e assistir TV, mas estava em um ônibus apertado, sendo esmagada por pessoas que eu nunca vira antes, e sendo vítima da indelicadeza daquele que me levaria até meu destino. Sentia falta de ar. Tentava não pensar muito sobre como ainda eu estava longe do meu mais delicioso desejo momentâneo, quanto mais eu pensasse mais parecia estar distante de mim.
Eu precisava respirar... eu precisava muito descer no meu ponto o mais rápido possível. Fiquei muito angustiada. Você precisa de um carro, disse a voz do meu consciente. É, eu preciso.
Uma senhora que estava sentada na minha frente não parecia tão angustiada como eu. Ela estava serena. Um homem não parava de falar no celular... falava e falava, parecia que estava pedindo a alguém para lhe esperar. Uma garotinha dormia no colo da mãe. Um grupo de adolescentes fofocava sobre um outro colega. Uma mulher ouvia música no seu mp3. Parecia que só eu estava afobada, em um quase surto neurótico.
Começou a chover. Para piorar mais a minha situação, fecharam todas as janelas. Os vidros molhados, o som do motor, as vozes ruidosas, o barulho da chuva... minha cabeça ia explodir, até que quando achei que não agüentaria mais chegou o meu ponto de descida. Saí como quem se despede do hospício, e me senti mal por pensar assim. Esqueci o guarda-chuva, como sempre. Cheguei em casa ensopada. Gritei dando boas vindas a mim mesma assim que abri a porta da sala. Ali estava a vida segura que eu esperava. Respirei, aliviada.
terça-feira, 16 de março de 2010
Bijuteria

Numa tarde de verão, em algum lugar que já não me recordo bem, estava eu sentada em um banquinho de madeira, desses que já estão descascando tinta verde. Fossem Talvez três horas da tarde, e se pudesse ouvir o tic tac do relógio me sentiría surpresa, pois as enguias combinariam perfeitamente com o tum tum tum do meu jovem coração. Não me lembro de algum estar com minhas mãos em livro. O calor aumentou enquanto eu pensava o quanto estava apaixonada. Alguém se aproximava de mim. Era ele. De alguma forma minha cabeça girou para sua direção. Atravessando uma faixa de pedestre vi-o. Baixei a cabeça como senão o tivesse visto e olhei para as minhas unhas. Elas tão Rocinhas Estavam ... e fingi estar surpresa com uma aparição sua. Beijei-lhe a boca. Sorri. Falei que senti saudades. Passei a mão direita sobre o cabelo. Olhei-o nos olhos.
Em alguns instantes, nosso encontro tedioso poderia ficar e aquele silêncio poderia ser perturbador, mas logo ele contava algo engraçado e desfazia-me em risos. Não poderia ser chata. De repente, flagrei uma enorme tristeza ao meu lado. Não, não ... está errado ... comecei a pensar. Um gato miou baixinho embaixo do banco de onde estávamos sentados. Sai daqui, gato!. O gato saiu delicadamente.
Silêncio. Ele colocou as mãos sem bolso da calça jeans e tirou uma caixinha de loja de bijuterias. Estava lá: uma pulseira com pedrinhas brancas. O gato fóruns embora e mandei a tristeza ir também. Ela foi obrigada a se retirar. Foi pelos cantos, ainda me espreitando. Ah! Que momento glorioso, sublime. Sorri. Olhei-o nos olhos. Beijei-lhe a boca. Pus uma pulseira. Alisei-a. Ele baixou os olhos. Sorriu. Sua face avermelhou-se. Agradeci.
Semana passada, enquanto procurava desesperadamente o manual da impressora nova, encontrei um tal pulseira de pedrinhas brancas dentro de uma caixinha escondida no fundo de uma gaveta do escritório. Algumas pedrinhas haviam descolado da pulseira, outras já não eram mais tão branquinhas, meio azuladas Estavam obviamente diamantes porque não eram. Já não brilhavam mais como antes. Guardei uma pulseira na caixinha novamente e joguei no lixo do banheiro. Afinal, era só bijuteria.
terça-feira, 9 de março de 2010
O final
Tudo se cala
Tudo se esvazia
De repente. Sem motivo aparente. Sem porquês. Sem razão.
Apenas é.
Acontece.
De repente.
Parou.
Perdeu movimento.
Silenciou-se.
Mas foi tão rápido ...
Ninguém percebeu
Uma hora ninguém viu.
Não mais Ruiu
Não mudou mais
Mais Continuou Não
Zerou.
Agora Saudade.
Agora Tristeza.
Agora Dor.
Tudo Misturado
Tudo porque acabou.
Depois Indiferença
Depois Novo Dia
Depois Alegria
Depois vem amor.
Tudo se esvazia
De repente. Sem motivo aparente. Sem porquês. Sem razão.
Apenas é.
Acontece.
De repente.
Parou.
Perdeu movimento.
Silenciou-se.
Mas foi tão rápido ...
Ninguém percebeu
Uma hora ninguém viu.
Não mais Ruiu
Não mudou mais
Mais Continuou Não
Zerou.
Agora Saudade.
Agora Tristeza.
Agora Dor.
Tudo Misturado
Tudo porque acabou.
Depois Indiferença
Depois Novo Dia
Depois Alegria
Depois vem amor.
O Desconhecido
Era o silêncio da culpa que exalava odor de seu triste pelas paredes da sala de espera de um hospital público no Rio de Janeiro. Eu o sentia e também sentia vergonha de mim mesma por deixar-me assustar com o sofrimento do próximo a ponto de querer gritar.
Uma jovem mulher folheava tranquilamente uma revista de fofocas, a outra falava ao celular um alguém informando que chegaria lá pelas dezessete horas da tarde, de modo objetivo e rápido. Uma senhora, com olhos pequenos e tristes, me espreitava, ansiosa para ser atendida o mais cedo possivel. Cada uma dessas mulheres com suas histórias, com seus sucessos, suas perdas, suas mágoas, estava em busca do controle e da cura de seu câncer repleta e eu estava entre elas acompanhando uma tia minha que também fora despedaçada pela doença.
Aos poucos foram desaparecendo os ruídos e surpreendeu-me o silêncio. Era tão profundo que se ouviam todos os apelos, todos os sonhos se rompendo, todos os medos se aflorando. Como lhes corroendo dúvidas, como os cupins que estão comendo lentamente as portas de minha casa. Alguém chorou demais, demais Brigou alguém, alguém Trabalhou demais. Alguém parou de sorrir, alguém parou de olhar, alguém parou de brincar. Alguém reclamou da vida antes que a vida estivesse posta em risco. Alguém não se achava bom o bastante para ser feliz. E agora, tudo o que se quer é a mesma vida que se foi reclamada, e algumas vezes, talvez, pisoteada propositalmente.
Eu visitava um país desconhecido por mim e eu até então parecia ser uma estrangeira Diante de uma cultura diferente e de todas as suas adversidades: impressionada arregalei os olhos, e ficou muito claro para quem me observava que eu nunca havia estado em um lugar como aquele . Eu estava assustada mesmo.
O câncer deixa rastros visíveis, muitas das vezes É Necessário retirar o órgão doente. Mas, não foram esses "rastros" que me impressionaram, mas foi aquele silêncio que começou uma Tornar-se uma invasão.
Levantei-me e fui para o corredor, tomar um café. Comecei a entender que o que estava sentido era não somente uma aspereza do silêncio entre aquelas pessoas era mas a culpa de não saber se suportaria a dor dessa mazela tão enfurecida e destruidora dentro de mim.
Quando retornei a sala de espera o silêncio não estava mais Naquelas paredes descascadas. Algumas pessoas atendidas Sido haviam já, algumas conversavam. Não estava mais assustada. Percebi que o silêncio mudara de lugar: agora ele estava era em mim.
Instruções para não chorar
1) Quando o sentimento de insatisfação e infelicidade vier a garganta ea boca tremer, logo beba bastante água até a secura passar. Se a água não for suficiente, procure um bar mais Imediatamente Próximo.
2) Em alguns casos, a vontade de chorar se manifesta minutos antes de ir dormir. Para evitá-la, sufoque o rosto contra o travesseiro e lembre-se que, caso você seja vencida pelo choro noturno, todos com quem você encontrar no outro dia ficarão comentando Se Você sempre teve essa "cara amassada" mesmo ou se apenas não dormiu Direito. ATENÇÃO: O uso do travesseiro um fim de aliviar o choro é contra-indicado para pessoas alérgicas, asmáticas e suicidas.
3) Se uma decorrência de querer estar aos prantos se DEVE A descoberta de uma traição, dê uma olhadinha à sua consola e volta-se ao saber que você não é o único (a). Aproveite uma descoberta para repensar em como os valores morais do mundo estão se definhando eo quanto Você deseja o bem para uma pessoa que te trocou por outra. Segundo os cientistas, guardar rancor diminui a expectativa de vida.
4) Nada na vida é para sempre. Não se desespere ao perceber que você ganhou uns quilinhos extras e não é mais o último biscoito do pacote. Provavelmente você tem muitos conhecidos que eram invejados por seus corpos e rostos espetaculares e agora barrigudinhos são seres humanos e felizes. Procure ver quantas qualidades te fazem ser uma pessoa especial e atraente mesmo com alguns quilos uma constando mais na balança.
5) Se o seu patrão disser que você está demitido do cargo não qual você batalhou tanto para ter, não se sinta incompetente. Aquele emprego não era mesmo para você. Tantas horas extras Estavam tomando todo o seu tempo e não final, o salário não era o quanto você merecia. Avalie seus projetos e dedique-se a coisas novas, como por exemplo, assistir ao final da novela das oito com a família.
6) O carro ma-ra-vi-lho-so que você comprou ontem, infelizmente, não Possui um guia de Previsão de futuros assaltos. Vivemos num país onde é gritante desigualdade uma e quando se tem um carro você está colaborando para o Aumento do índice de desigualdade na nossa sociedade. Nessa situação fique tranquilo e torça para que todos os brasileiros POSSAM ter a mesma condição financeira que você.
7) Ninguém é perfeito. Ainda está com vontade de chorar? Grite durante dez minutos e faça 100 abdominais. Exercícios físicos equilibram o corpo ea mente e Aumentam o nível de Seretonina.
8) Seus olhos estão ficando vermelhos e se inchando? Respire fundo e se imaginar numa praia paradisíaca, com tudo que sempre sonhou e muita, muita grana no bolso.
9) Uma lágrima está escorrendo? Não ... Três agora são duas, .. Puxa, você perdeu o controle. Uma pena! Era sua chance de provar a si mesmo o quanto você é forte e dono de suas emoções Próprias! Tente, da próxima vez, ler uma fábula em voz alta e dormir em seguida. Quando acordar pode Esteja Que Ser Você no mundo das maravilhas.
Observação: O uso contínuo dessas Instruções pode causar distúrbios nocivos como esquizofrenia, Insensibilidade atemporal e perda de características peculiares de Seres Humanos.
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